9 de dezembro de 2017

Advogado COBRA CONSULTA; "duvida", quem tira é Professor!

A Ordem dos Advogados do Brasil "recomenda" e as seccionais, de antemão, prescrevem os valores sugeridos para cobrança.
Diário de Conteúdo Jurídico


Esses valores são colocados nas tabelas mas devem ser utilizados apenas como parâmetro no momento da cobrança, que pode ser feita antes ou depois com os honorários. Ambos, profissional e cliente, juntos, decidirão a melhor forma e lavrarão contrato legalizando o pacto.

Infelizmente, para a clientela, esse valor que vem prescrito em cada tabela de cada estado é, como já dissemos, um parâmetro - não pode ser menos; todavia, não tem limite!  O profissional, com sua perícia no assunto demandado, é que determinará "quanto vale" um parecer seu!  Isso, sem falar na diferença que há entre os escritos, os orais e os em dias e horas inabituais!

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O estabelecimento de honorários Advocatícios, no Brasil, varia de de Estado para Estado; acreditamos que a finalidade disso é ajustar à Tabela ao poder aquisitivo da população!  Definitivamente, não dá para cobrar o mesmo valor de um serviço em situações distintas! 

Em Estados de menor poder aquisitivo até o valor da anuidade é distinto (é menor - salvo exceções); assim, não é surpresa que nesses lugares haja tabela com valores mais acessíveis para potenciais clientes!

Com disparidades entre tabelas (ou não), o que deveríamos fazer era aprender a cobrar pela divulgação e assessoramento "oral"! Isso também é trabalho para profissional do Direito; apesar de o cliente pensar que é só esclarecimento de uma "duvidazinha", toma tempo e demanda conhecimento!   

Portanto, valorize-se como Advogado que é!

A seguir, o valor da consulta nos principais estados brasileiros entre 2015 e 2017 (do maior para menor em número de habitantes e importância no cenário nacional - alguns não atualizaram seus valores).
Obs: O última não está em sua posição normal mas está aí em homenagem a nossa terra natal!

Em São Paulo a consulta normal custa 350 reais a hora  (em horário especial e com avaliação documental seria 750 reais até 2016);

Rio de Janeiro - 982 reais sem litígio (em condições especiais e com litígio 2.258,68 reais);

Minas Gerais - 300 reais a normal (em condições especiais ou em domicílio 750 reais; já com parecer é 2.500 reais);

Salvador - 240 reais a normal (em condições especiais 600 reais até o ano de 2016);

Distrito Federal - 558 reais a normal (com parecer custava 2.793 reais até o ano de 2016);

Pernambuco - (não encontrado).

Ceará - 417 reais a normal (em hora especial o valor é dobrado - 834 reais e 80 centavos, mas sem parecer, e até 2016);

Pará - 525 reais a normal (em horário especial, mas sem litígio, ficaria 1.050 reais);

Amazonas - 350 reais a normal no escritório (em horário especial e com documentos o valor era de 980 reais até 2015);

Rio Grande do sul - 225 reais a normal (em horário especial ou condições especiais o valor era de 564 reais até 2015);

Paraná - 300 reais a normal (em horários especial o valor cobrado era de 350 reais até 2015);

Mato Grosso - (MT) - 440 reais a normal, oral e por hora (com parecer escrito 4.400 reais) - os valores de MT foram atualizados em fevereiro 2017. 

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Por Elane Ferreira de Souza  (Advogada e Administradora deste Blog).
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